A análise microscópica do corrimento é a analise em consulta oferecido pela bioYntima. Ela investiga, de forma direta, a causa de sintomas como corrimento, coceira e ardência recorrentes, especialmente nos casos em que tratamentos anteriores não trouxeram resolução.
A amostra coletada é observada diretamente ao microscópio, o que permite identificar a presença de fungos, o tipo de bactéria predominante e outras alterações na composição da microbiota vaginal.
A avaliação clínica, baseada na aparência do corrimento e na descrição dos sintomas, permite levantar hipóteses, mas não confirma, isoladamente, qual é a causa exata. A análise microscópica observa diretamente o conteúdo da amostra, trazendo uma base objetiva para o diagnóstico.
Coleta. A paciente recebe um kit com todo o material necessário e realiza a coleta em casa, seguindo as instruções incluídas.
Envio e análise. O material coletado é enviado de volta pelo mesmo canal e analisado diretamente ao microscópio.
Devolutiva em teleconsulta. O resultado é apresentado em teleconsulta com a Dra. Jessica, com explicação do que foi encontrado e orientação sobre os próximos passos.
Candidíase recorrente. Inclui a triagem de casos que não respondem ao tratamento habitual.
Vaginose citolítica. Condição com sintomas semelhantes aos da candidíase, mas causada por excesso de lactobacilos. Identificação praticamente exclusiva da análise microscópica.
Vaginose bacteriana. Uma das causas mais frequentes de corrimento recorrente.
Vulvovaginite mista. Quando mais de uma causa está presente ao mesmo tempo, o que costuma explicar a melhora parcial seguida de recaída.
Vaginite aeróbica, vaginite descamativa inflamatória e lactobacilose. Quadros que costumam passar despercebidos em avaliações sem análise direta da amostra.
Esta análise não é indicada para mulheres sem vida sexual ativa. Nesses casos, o caminho adequado é uma avaliação presencial.
Não é um exame de rastreio oncológico. A análise não investiga câncer de colo do útero nem substitui exames específicos para HPV. Segundo as recomendações do Ministério da Saúde, a genotipagem de HPV deve ser feita a cada 5 anos, ou a citologia oncótica (Papanicolau) a cada 3 anos, desde que duas consecutivas estejam normais.
Este exame não detecta diretamente clamídia, tricomonas, gonorreia ou micoplasma genital. Para investigar essas condições, a médica pode solicitar exames laboratoriais complementares.
Para quem quer entender melhor cada um desses pontos, há conteúdos completos sobre candidíase de repetição, sobre a diferença entre candidíase e vaginose citolítica, e sobre como funciona e quão confiável é a autocoleta feita em casa.